Na edição de hoje da Folha de São Paulo, em particular o caderno ilustrada, comenta o show do vovô roqueiro que ocorreu neste fim de semana em São Paulo, faz uma analogia às festas de formatura ou casamentos. Concordo, porém o mais famoso cantor de karaokê - termo também publicado na coluna Ilustrada - está mais para animador de bailes para a terceira idade.Da mesma forma que as bandas de formaturas e casamentos visam animar o mais saudosistas com hits de época os bailes de terceira idade também fazem o mesmo, com a diferença que o caráter flashback é muito mais forte no segundo caso.
Foi o que ocorreu neste domingo, o que para o colunista da FSP será um forte candidato para o pior show do ano, para os que alí estavam foram momentos de volta ao passado, uma sublime lembrança dos tempo em que Rod Stewart era um grande compositor e interprete. A piada que ele se tornou não importava, as cadeiras de plástico na pista, as breguices no telão enquanto tocava um cover(?) de creedance ou tantas outras coisas estranhas que aconteceram não preocupavam a maioria dos quase 15 mil pagantes...preocupados talvez com o som baixo que prejudicou a apresentação.
Certamente o show do Ozzy no dia seguinte, com apresentações do Black Label e Korn foi bem mais animado, me agradando bem mais por sinal, mas tenho certeza que meus pais dariam preferência para a breguice do Rod Stewart e seu paletó cor-de-ovo.

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